terça-feira, 21 de maio de 2013

Acarinhando Carolina

Ah, se você fosse minha rotina
Em seu peito, o coração, a lamparina
De luzes coloridas, enluaradas
Que me velam, queridas, madrugadas.

Desse seu corpo recrio um enfeito
Que em sua poesia meu verso se deite
E o silêncio do toque, nossa eufonia
Dá pra cobrir de beijos uma galeria.

Meu corpo inteiro: armadilha felina
Silencioso arrepio que me apavora
Mas que paciente me amansa, ensina

E a meia luz, desesperada, me devora
Por isso apanho do amor de Carolina
Depois me calo, diplomado em sua escola.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

(Como eu estou escrevendo?) Acrescente suas ideias, estrelinha...