domingo, 24 de junho de 2012

Sobre as cores que os dissabores me ensinaram.

Para Luíza

Que a tua prosa me energiza
E me mergulho no reflexo do seu voo
Como se fosse esse poeta que me chama.
De poesia só sei de Luíza
Que nunca rimei, pois seu nome só entoo
Na eterna calma recitada de quem ama.

Se não bastasse a dureza da vida
A moça inda jura não ser poetisa
Quando choro e me consola com infinita calma
A ironia de ser tão sofrida
É a estrada dos lindos pés que Luíza
Insiste em bailar exibindo a pureza da alma.

E por capricho (ou poesia) tem o dom de intuir
Toda a dor que essa vida me faria
E escondê-la, pois tua paz a exorciza
Me ensinando que a alma a gente deve é nutrir
De sorrisos e aclamar com euforia
Assim cresci, nas asas coloridas de Luíza...

2 comentários:

  1. Como não se apaixonar por uma poetisa como você hein, Hozze? Gosto tanto de te ler. Não sabe o quanto, menina! Um beijo e um abraço apertado.

    Au revoir <3

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(Como eu estou escrevendo?) Acrescente suas ideias, estrelinha...