sexta-feira, 15 de junho de 2012

Das impurezas de seu coração.


Que fazer àquela morena?
A condena!
Mas faça em Lua cheia
Lua Inchada, grávida
Pois eu darei sua filha
Inerte e à minha maneira
Que ela nasça na areia
Tão pura da minha ilha
E nasça a moça impávida
De minha caligrafia
No meu mar, a batizarei:
Filha minha, Poesia. 

Um comentário:

  1. Tua intensidade, teu ritmo, tua beleza para com as palavras... Tua, tua, tua. Só tua, Passarinha. Coisa que te pertence, coisa que nasceu contigo e, pelo teu, pelo meu e pelo nosso bem, você o desenvolveu. Porque não adiantaria só se tivesse nascido contigo, caso você não desse atenção para tal talento. Mas, felizmente, você soube encontrá-lo e alimentá-lo corretamente todos os dias para que este cresça cada vez mais. E, assim, junto contigo, nasceu a tua poesia, tua irmã, filha da lua cheia, lua do brilho nos olhos e no coração, lua que dá asas a inspiração.

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(Como eu estou escrevendo?) Acrescente suas ideias, estrelinha...