domingo, 27 de maio de 2012

O contrário de Nina é Ana.

Como perfume das flores seu amor emana
E faço poesia, te tendo só há uma semana
Essa paixão desconheço que seja humana
Pois esse seu jeito é cousa de moça serrana

Me jogo de um penhasco, pois tenho gana
De engolir seu “A” (de americana)
- Até enganchar na garganta –
Engasgar com o “N” (de nirvana)
Cuspindo a dor que ausente
Engana.

E essa pele, porcelana?
Seu gosto fruta temporana
O jeito, tal moça tropicana
Nasceu inteira soberana.

A N A, nasceu de um
Anagrama
E tem misticismo de Oz
Ana, nosso nome rima
E, com toda a estima,
Metrifico a nossa voz.

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