terça-feira, 27 de março de 2012

Soneto da reconstrução.

Pra te reformar os versos loucos
Amantes e poetas me são poucos
E a destreza com que arde
Maestria de Van Gogh, Monnet, Guinard.

Pra construir teu corpo ao meu agrado
Lhe tenho um engenheiro consagrado
Com uma capacidade de cura!
(Em teu estômago um feto em candura).

Pra melhor te fazer, os que pensam
Com o coração lhe dar a benção
Que tanto na vida festejo.

E, do peito, se esvai a tristeza
Porque em rima lhe tem a proeza
Pra condizer com meu cortejo.

Um comentário:

  1. Desses que a gente sai cantando ou lendo com sorriso na boca.


    Gostei em especial do "maestria de Van Gogh", viajo nas suas obras... Encontro você no Terraço do Café em Arles à Noite, pode ser?

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(Como eu estou escrevendo?) Acrescente suas ideias, estrelinha...