sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Sobre as tais lembranças de nós dois.

A tua velhice não lhe tira
Aquele quê de infância
Que me deixou apaixonado.
O choro – e os soluços – controlado(s).
O riso solto dançando com a ventania,
O sorriso inquieto escorrendo pelos lábios
E – ao anoitecer – o sono lhe vem
Pede-me histórias ou qualquer canção
Improviso aqui e acolá
E suas pálpebras cansadas, começam a cair,
E os teus olhos se fecham lentamente
E teus sonhos vêm.
Eu, com encanto, lhe invado os sonhos
Brincando de esconder.
E me ponho a te procurar
Na escuridão noturna
Como todo morto
Faz dentro do seu caixão.

2 comentários:

(Como eu estou escrevendo?) Acrescente suas ideias, estrelinha...