terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quando eu morrer...

Quando eu morrer, vou pedir que plantem ali em cima mesmo do meu caixão uma arvorezinha qualquer, para que eu me transforme em planta – para os poetas admirarem -, e quando o vento bater forte, minhas folhas vão balançar, de lá pra cá, e algumas cairão e ao apostar corrida levinhas ao vento eu estarei caminhando, ainda despercebida, mesmo depois da morte...


As raízes desta mesma árvore me abraçarão no sono profundo e ainda terei o aconchegante conforto da minha amante natureza... Tão perto de mim.

3 comentários:

  1. Poxa, Hozze. Você sempre consegue utilizar as palavras corretas e no seu devido lugar. O tema é morte, mas você conseguiu colocar poesia nisso, e é algo bem difícil.

    Parabéns.

    Da sua admiradora,

    Mar.

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(Como eu estou escrevendo?) Acrescente suas ideias, estrelinha...