quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A arte de - para minha querida - poetar.



Ainda que em lágrimas eu perdesse os sentidos
Morreria por ti.
Ou em dias chuvosos em

Tempestades sem abrigos
Eu lutaria por ti.

Lamento tanto que
Igualmente sofro,
Não sei o quanto
Errei

Por todo este tempo
Enquanto lutei.
Recomecemos
Do princípio
Ou talvez
Escolhas tu.


Morramos juntas
E façamos desta felicidade nosso abrigo.

Me perdoe
Eu não devia voltar
Um dia talvez, tu me

Ames como quero
Mas enquanto estou aguardando
Obrigatoriamente precisamos estar juntas
Rindo e sorrindo, parecendo ser feliz.

4 comentários:

  1. O boninto é que este poema respira Cecília Meireles.

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  2. Se Line não lho perdoar, inda que com um poema desses, a moçoila decerto não tem coração.

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  3. Nasaneeds: Muito obrigada por me comparar à ela!

    Antropofaga: Obrigada por aparecer por aqui. Caso se interesse em saber, ela perdoou.

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  4. Ela é uma pessoa muito especial para ti, você a ama. Isso basta.

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(Como eu estou escrevendo?) Acrescente suas ideias, estrelinha...